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Anyone here plays Enlisted? They're releasing a **Stalingrad** campaign soon! In Enlisted, a campaign is a series of maps each with their own objectives, squads from each side with specific weaponry, etc. with more or less accuracy to the real-life battles. I prefer much more playing this one than Battlefield, for example. It has some realistic mechanics similar to Red Orchestra 2, but the game is overall much better than RO2.

About Elden Ring I’m more seduced by the very detailed character creation than anything else… Maybe I’ll give it a shot when an online version of a repack comes out.

Anyway, there’s a lot of great games coming this year.



That’s a good idea. Make it only having upvotes, with a minimum score of 0.


USA social network = White House social network


Yes! War games are not entirely my thing (of the FPS games, I prefer Halo, Valorant and Titanfall), but this one catches me.



They REALLY consider this kind of thing as “libertarian” or something.

Now we must actively support ANY kind of bans done by China, Russia, Cuba, DPRK, Iran, Syria, etc. “To each his own bastard” / “Chumbo trocado não doi”.


Maldito Saddam!
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Sim, é meu. Me expressei de forma incorreta mesmo nesse trecho, irei corrigi-lo em breve texto corrigido.


List of reputable audio brands/models/companies/people from socialist countries, people's democracies and allies
Brands/models: China - Andoer - Aune Audio - Aiyima Audio - Bluedio - Brainwavz Audio - Cayin - Dark Voice - Douk Audio - Edifier - FiiO - Fosi Audio - Gustard - Hidizs - HiFiMan - iBasso - KZ - Little Dot - Loxjie - Matrix Audio - Nobsound - OPPO - Sabaj - Shanling - SMSL - Superlux - Tin Audio - Topping - xDuoo - YaqinAudio Russia (post-Soviet) - REEZOLDINI - Soyuz (by the name it sounds Soviet, but it was founded in 2013) USSR - Apro - Arktur - Daina - Elektronika - Estonia - Festivals - Junost - Kliver - Latvia - Ljux - MAC 1 Type 10 speakers - Majak - Melodia - Odysseus - Orbita - Radiotehnika (35AC-1, S-90) - Rekod - Romantika - Rossia - Rostov - Simfonija - Tembr - VEF - Vega - Vesna - Zvezda Some of them look similar. Maybe most of them made by the same people or by the same factory? People - Alexander Jan-Belyaevsky - Kerno Roland Paulovich - Lacis Dzintars Arturovich [https://goldenageofaudio.blogspot.com/2011/11/ussr-audio-classics.html](Some photos of Soviet audio equipament) Could not find any info about audio companies in Cuba, DPRK/"North Korea", Vietnam, Belarus and others. It seems they don't produce this kind of technology?

[PDF] Another View of Stalin (by Ludo Martens)
https://stalinsocietypk.files.wordpress.com/2013/05/another-view-of-stalin1.pdf

[PDF] The “Official” Version of the Katyn Massacre Disproven? - Discoveries at a German Mass Murder Site in Ukraine (by Grover Furr)
https://msuweb.montclair.edu/~furrg/research/furr_katyn_preprint_0813.pdf

O caminho do socialismo soviético à restauração capitalista
Depois da queda dos sistema político-econômicos de vários países socialistas, tornou-se comum ouvir na grande mídia que isso significou “o fim do socialismo”, “o fim da história”, “a vitória final do capitalismo”, “a prova de que o socialismo não funciona”. Qual é o problema dessa visão? É o que este texto tenta responder. Fala-se muito do “colapso do socialismo na União Soviética”, porém o termo “colapso” é um erro semântico, por dar a ideia de que a razão para o fim da URSS foi uma falha supostamente inerente ao socialismo. Apesar de ter algumas causas internas, também teve causas externas importantes. Tentarei clarificar todas neste artigo. A conquista do poder pelo proletariado e a eliminação de velhas instituições burguesas não levam por si próprias à instauração de novas relações de produção, nem estas novas relações surgem imediatamente, nem são ordenamentos legislativos instaurados mediante decisão estatal. Recai sobre o poder proletário a responsabilidade de criar instituições sociais adequadas às forças produtivas e de desenvolver tais forças, tecnicamente e politicamente (neste aspecto, dar a elas um viés coletivista e democrático, bem diferente do que se encontra em qualquer empresa capitalista, por exemplo). O desenvolvimento das forças produtivas em cada país socialista é essencial para a construção de uma sociedade comunista. É capaz que isso já esteja claro para qualquer pessoa que tenha lido os clássicos de Marx e Engels. Porém, é a partir das revoluções proletárias na Coreia e na China que surge uma ênfase maior nos aspectos político e ideológico da revolução, ou seja, a transformação dos indivíduos em relação à cultura, à moral, etc. Mas a primeira fase do comunismo, comumente chamada de socialismo, não é um novo modo de produção. Ela é uma fase de transição do modo de produção capitalista para a segunda fase do comunismo, como Marx deixa claro em Crítica ao Programa de Gotha. No socialismo ainda existem classes e, além disso, há o agravamento da luta de classes, com o proletariado tentando se constituir plenamente como classe dominante. Não foi rápido para a burguesia conseguir abolir completamente o feudalismo (3 séculos e mesmo assim, ainda existem países com resquícios feudais, principalmente no hemisfério sul); com o proletariado essa tarefa não é menos difícil. É importante conhecer experiências anteriores. Não se trata de “ficar preso no passado”, mas conhecê-lo realmente, para não cair nas armadilhas ideológicas que a classe dominante nos impõe. Além disso, o presente depende do passado; a situação atuais é entendida com mais precisão se conhecemos o passado relacionado a ela. Os comunistas precisam conhecer a história do movimento comunista por completo. Isso, obviamente, não é fácil e não será explicado através de um único texto. O presente texto se focará União Soviética por ela ter sido o maior baluarte do socialismo na história, palco dos acontecimentos mais importantes ao movimento comunista até hoje, inclusive com influência direta nas organizações brasileiras. A propriedade num país socialista é a propriedade de uma organização social, geralmente órgãos de poder popular (como os Soviets na URSS, as Comunas Populares na China, os Comitês Revolucionários na Coreia, os Comitês de Defesa da Revolução em Cuba e quaisquer conselhos de trabalhadores e comunas). Essa é a principal diferença em relação à sociedade capitalista. Além das propriedades coletivas, há aquelas que são controladas diretamente pelo Estado (que não é uma entidade independente da sociedade) e também a minoria de propriedades individuais e privadas (lembrete: a primeira fase do comunismo é uma sociedade que surge a partir das ruínas de uma sociedade capitalista e é um período muito longo, em que ainda permanecem algumas contradições sociais, com solução a longo prazo). Tudo começou com a Comuna de Paris, que não vingou por uma série de problemas internos (erros teórico-práticos do próprios comunardos) e externos (a força dos exércitos inimigos – lutaram contra vários exércitos nacionais – era estrondosa). A Comuna durou apenas 3 meses, mas foi a primeira vez que o proletariado foi capaz de sentir que ele é uma classe revolucionária responsável por fazer sua própria história. Foi a refutação cabal de quem dizia que “as Massas eram inertes”, que elas não tinham relevância histórica e o que fazia a roda da história girar eram, na verdade, os intelectuais e filósofos. Depois de uma séria luta de classes em que o proletariado saiu vitorioso, em 1917 é fundada a República Socialista Federativa Soviética Russa (RSFSR). Em 1922, cria-se a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), quando uniram-se: a RSFSR, a RSS (República Socialista Soviética) Bielorrussa, a RSS Ucraniana e a RSFS Transcaucasiana. Os limites do caminho percorrido pela União Soviética para o comunismo e as dificuldades encontradas neste caminho foram determinados, sobretudo, pelo fato de que o proletariado europeu não fez a sua revolução. Isso levou Vladimir Ilytch Lenin a formular o que se conhece hoje como “socialismo em um só país”, termo que não deve ser interpretado ao pé da letra pois tanto Lenin quanto Stalin o defendiam tendo em vista o desenvolvimento de processos revolucionários, gradualmente, em cada país no mundo. Tal teoria é lançada nos seguintes termos, por Lenin, em seu Sobre a Palavra dos Estados Unidos da Europa: “A desigualdade do desenvolvimento econômico e político é uma lei absoluta do capitalismo. Daí decorre que é possível a vitória do socialismo primeiramente em poucos países ou mesmo num só país capitalista tomado por separado. O proletariado vitorioso deste país, depois de expropriar os capitalistas e de organizar a produção socialista no seu país, erguer-se-ia contra o resto do mundo, capitalista, atraindo para o seu lado as classes oprimidas dos outros países, levantando neles a insurreição contra os capitalistas, empregando, em caso de necessidade, mesmo a força das armas contra as classes exploradoras e os seus Estados. A forma política da sociedade em que o proletariado é vitorioso, derrubando a burguesia, será a república democrática, que centraliza cada vez mais as forças do proletariado dessa nação ou dessas nações na luta contra os Estados que ainda não passaram ao socialismo. É impossível a liquidação das classes sem a ditadura da classe oprimida, o proletariado. É impossível a livre unificação das nações no socialismo sem uma luta mais ou menos longa e tenaz das repúblicas socialistas contra os Estados atrasados”. Em 26 de dezembro de 1919 foi lançada a campanha de erradicação do analfabetismo, o Libkez (ликбе́з), quando Lenin assinou o decreto “Sobre a erradicação do analfabetismo entre a população da RSFSR”. Todas as pessoas entre 8 e 50 anos eram obrigados a se alfabetizar em sua língua materna. Em 1917, somente 32% dos adultos na Rússia sabiam ler e escrever; em 1926, o número sobe para 60,9%; em 1939, sobe para 89,7% e na década de 50 já era de quase 100%, algo que ainda hoje, em 2013, é considerado “luxo” apenas dos países capitalistas mais desenvolvidos. O número de clubes culturais e instituições afins aumentou de 32 mil em 1929 para 54 mil em 1933. O fundo de livros das bibliotecas públicas era em 1932 de 91 milhões de exemplares contra 9 milhões em 1913 e o número de museus elevou-se para 732 em 1932, em lugar dos 180 que havia em 1913. A imprensa soviética transformou-se, cada vez mais, num instrumento efetivo de educação e organização das massas. A tiragem total dos jornais que se publicavam no país elevou-se de 9,4 milhões em 1928 para 36,5 milhões em 1933. Em todos os distritos editavam-se jornais de raio local, cerca de 3 mil das seções políticas das E.M.T. (estações de máquinas e tratores) e mais de mil de fábricas e empresas, com grandes tiragens. O exército de correspondentes operários e camponeses superava a cifra de 3 milhões de pessoas. Em 1932, publicava-se em 88 línguas, de todos os povos da URSS. Impulsionou-se, grandemente, a rádio-difusão. A Dra. Esther Conus, relata em seu livro Proteção à infância e à maternidade na URSS que após a Revolução de Outubro as mulheres constituíam a terça parte da população operária da Rússia, recebendo os mesmos salários dos homens empregados em igual função. Ainda assim, em cada aldeia, as mulheres tinham que lutar contra hábitos seculares. A jornalista Anna Louise Strong conheceu vinte presidentas de aldeias, em 1928, em um trem na Sibéria, rumo ao Congresso das Mulheres em Moscou. Para a maioria delas, aquela tinha sido a primeira viagem de trem e apenas uma estivera fora da Sibéria alguma vez. Elas tinham sido convidadas para ir a Moscou com o intuito de “aconselhar o governo” sobre as exigências das mulheres; para tanto, seus municípios as haviam escolhido por votação para representá-los. O poder soviético usou várias armas para libertar as mulheres, como a educação, a propaganda e a lei em todas as partes. Ousaram desafiar a cultura burguesa que as relegava ao papel de ama doméstica. Grandes julgamentos públicos condenaram duramente os maridos que assassinaram suas esposas. Com a pressão das novas exigências, juízes confirmaram a pena de morte para os praticantes do que o velho costume não considerava como crime. Ao aprofundar-se a miséria e sem dispor de tempo livre, as mães trabalhadoras eram obrigadas a colocar, cada vez mais cedo, seus filhos como aprendizes nas fábricas e nos campos. Não era por acaso que a Rússia pré-revolucionária tinha o maior índice de mortalidade infantil do mundo, situação que se reproduz nos países sob o domínio do imperialismo. A proteção à infância e à maternidade na URSS, enquanto existiu de forma revolucionária, tornou-se um dos principais cuidados do Comissariado do Povo para a Saúde Pública. Leia o restante em: https://iglusubversivo.wordpress.com/2014/01/09/o-caminho-do-socialismo-sovietico-a-restauracao-capitalista/

Bill Bland on "Stalinism"
‘STALINISM’ An Address to the Sarat Academy in London on 30 April 1999 by Bill Bland I am grateful to the Sarat Academy for inviting me to speak to you on ‘Stalinism’. However, your choice of subject presented me with some difficulty, since I am a great admirer of Stalin and the word ‘Stalinism’ was introduced by concealed opponents of Stalin – in particular by Nikita Khrushchev – in preparation for later political attacks upon him. Today, in fact, ‘Stalinism’ has become a meaningless term of abuse employed to denote political views with which one disagrees. The Conservative press sometimes even describes Tony Blair as a ‘Stalinist’ -giving Stalin, were he still alive, ample grounds for a libel action! Stalin always referred to himself modestly as ~a pupil of Lenin’ and shall follow his example and interpret the subject of ‘Stalinism’ as ‘Marxism-Leninism Perhaps the nearest figure to Stalin in British history is Richard the Third, whom everybody ‘knows’ – and I put the word ‘knows’ in inverted commas – from their school history books and Shakespeare to have been a cruel, deformed monster who murdered the little princes in the Tower. It is only comparatively recently that serious historians have begun to realise that the commonly accepted portrayal of Richard was drawn by his Tudor successors, who had seized the throne from him and killed him. Naturally, they then proceeded to rewrite the chronicles to justify their usurpation of the throne – even altering his portraits to present him as physically deformed, as a physical as well as a moral monster. In other words, the picture of Richard which has become generally accepted today was the result not of historical truth, but of the propaganda of his political opponents. It is, therefore, legitimate to ask: is the picture of Stalin presented to us by so-called ‘Kremlinologists’ historical fact or mere propaganda? The ‘Union of Socialist Soviet Republics (the Soviet Union), which was constructed under the leadership of Lenin and Stalin, no longer exists. Is it therefore true to say – as many people do – that this means that socialism in the Soviet Union failed? I intend to quote here only one set of statistics. Tn his report to the 17th Congress of the Communist Party of the Soviet Union in January 1939, Stalin cited figures from Western sources on the growth of industrial output in various countries as compared with 1913. These figures were: Germany: —24.6% Britain: —14.8% USA: +10.2% USSR: +291.9% Indeed, it is an undisputed fact under the centrally planned economy instituted under Stalin, Russia was transformed in a few decades from a backward agrarian country into an advanced industrial country which by 1941— 45 had become powerful enough to defeat a German aggression able to draw upon the resources of the whole of Western Europe. It is common to hear Stalin described as a ‘dictator.” The strongly anti-Soviet American writer Eugene Lyons once asked Stalin directly: ‘Are you a dictator?’ Lyons goes on (and I quote:) “Stalin smiled, implying that the question was on the preposterous side. ‘No’, he said slowly, ‘I am no dictator. Those who use the word do not understand the Soviet system of government and the methods of the Communist Party. No one man or group of men can dictate. Decisions are made by the Party”. The British Fabian economists Sidney and Beatrice Webb, in their comprehensive book ‘Soviet Communism: A New Civilisation’ categorically reject the notion of Stalin as a dictator. They say (and I quote): “Stalin . . . has not even the extensive power . . . which the American Constitution entrusts for four years to every successive president. . The Communist Party in the USSR has adopted its own organisation. In this pattern individual dictatorship has no place. Personal decisions are distrusted and elaborately guarded against”, Certainly, in the time of Lenin and Stalin the Soviet regime was officially described as one of the ‘dictatorship of the proletariat . But this does not imply personal dictatorship. It means simply that political power is in the hands of working people, and that political activity aimed at taking political power away from the working people is illegal. Of course, this latter is regarded in official circles in London and Washington as ‘undemocratic’ and ‘a grave violation of human rights’ But the word ‘democracy’ means ‘the rule of the common people’, and in this sense- the Soviet -Union in Stalin’s time was infinitely more democratic than any Western country. As for ‘human rights’, the United Nations Human Rights Convention of 1966 lays down that states should guarantee to their citizens the ‘right to work’. But only in a socialist society can this right be put into effect, can unemployment be abolished (as it was in the Soviet Union in Stalin’s time). A capitalist society requires what Marx called ‘a reserve army of labour ‘ so that it can make labour readily available in times of boom. Thus, for a socialist country to ban political activity aimed at the restoration of capitalism is fully in accord with the UN Convention on Human Rights. In fact, talk about human rights is in most cases merely a propaganda weapon directed against socialism. In the eyes of Lombard Street and Wall Street, a corrupt central American ‘banana republic’ which sends out nightly death squads to murder homeless children in order to keep the streets tidy for the tourist trade counts as a ‘free country’ as long as it allows freedom of investment. The Soviet traitors to socialism opened their attack upon socialism in 1956 at the 20th Congress of the Communist Party in February 1956 by charging Stalin with organising a ‘cult of personality’ around himself. Certainly, there in the time of Stalin. wishes. In fact, Stalin was a cult of Stalin’s personality in the Soviet Union But this was organised not by Stalin, but against his himself opposed and ridiculed this cult. For example, when in February 1938 someone wanted to publish entitled ‘Stories of the Childhood of Stalin’, Stalin wrote typically: “I am absolutely against the publication of ‘Stories of the Childhood of Stalin’. The book abounds with a mass of inexactitudes of fact, . . . of exaggerations and of unmerited praise. . But… the important thing resides tendency to engrave on the minds of Soviet children (and people in general) the personality cult of leaders, of infallible heroes. This is dangerous and detrimental…I suggest we burn this book”. There was indeed a ‘cult of personality’ around Stalin. A leading. communist cried at the 18th Congress of the Party in March 1939: “The Ukrainian people proclaim with all their heart and soul . ‘Long live our beloved Stalin!’ . Long live the towering genius of all humanity, . . . our beloved Comrade Stalin!” The speaker was Nikita Khrushchev! It was Khrushchev too who coined the term ‘Stalinism’ and began to call Stalin ‘Vozhd” – the Russian equivalent of the German ‘Fuhrer’, Leader. In other words, the ‘cult of personality’ around Stalin was built up not by Stalin and those who genuinely supported him, but by his political opponents as a prelude to attacking him later as a megalomaniac dictator Even though Stalin did not have the power to stop these alleged manifestations of ‘loyalty’ and ‘patriotism’, Stalin was no fool and was aware that their motives were, as he told the German writer Lion Feuchtwanger in 1937, ‘to discredit him’ at a later date. Thus, the cult of personality around Stalin was contrary to Stalin’s own wishes, and the fact that it went on demonstrates that in the last few years of his life Stalin – far from wielding dictatorial power – was in a minority within the Soviet leadership. This explains many strange facts: For example, that after 1927 Stalin ceased to be active in the Communist International; that Stalin’s works, although incomplete, ceased to be published in the Soviet Union in 1949, three years before his death; that, in breach of long-standing practice, Stalin – although General Secretary of the Party and in good health – failed to present the report at the 19th Party Congress in 1952. Let me return to the question of the alleged ‘failure of socialism’. In an effort to prevent the building of socialism, in 1918 the new state was attacked by the armed forces of Britain, France, Poland and Japan. But despite the fact that the new Soviet state possessed at the outset neither an organised army nor experienced military men, the five-year War of Intervention ended in victory for the Soviets. The opponents of socialism learned an important lesson from their defeat, namely, that socialism was most unlikely to be destroyed by direct offensive, but only from within, that is, by agents posing as socialists, working hard within the Communist Party so as to achieve positions of influence and then, in the name of ‘modernising’ socialism, using this influence to divert the Party along political lines which would undermine socialism and gradually forfeit the support of working people for the Party. It is a programme which Marxists call revisionism, because while revising Marxism in significantly harmful ways, it claims to be merely modernising it. Khrushchev became leader of the Soviet Communist Party shortly after Stalin’s death in 1953. But it was not until 1956, three years later, that he felt it safe openly to attack Stalin – and then only in a secret speech which was never published in the Soviet Union until many decades later. The attack upon Stalin was a necessary prelude to an attack upon, and a change to, the programme for building socialism put forward by Stalin. One of the charges often levelled against Stalin is that while he was General Secretary of the Party many innocent people were falsely imprisoned for counter-revolutionary criminal of fences. This allegation, unlike most of the others, is true. Between 1934 and 1938 th


Obrigado pelo aviso, vou repostar



Dorsal Atlântica - "Stalingrado" Letra e composição por Carlos Lopes. Dorsal Atlântica é Carlos Lopes - voz e guitarra; Cláudio Lopes - baixo; Hardcore - bateria. Argumento - Carlos Lopes; Direção e edição: Frederico Neto; Fotografia e Câmera: Alexander Aguiar; Clipe produzido por Sangue Produções (2014) dorsalatlantica.com.br | guerrilha.art.br | sangue.art.br licenciado por CTRL-C CTRL-V

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